Biografia

Of the sounds from within

Nascido em São Paulo, Brasil, Rafael Pelissari (aka Pelissa) desde tenra idade sempre demonstrou interesse por diversos tipos de arte, em especial a pintura e a música. Começou a tocar violão, de ouvido mesmo e, autodidata aprendeu diferentes estilos de música que vão desde a Bossa Nova e o Samba, passando pelo Blues, Rock 'n' Roll e o Jazz, o Reggae e os ritmos caribenhos, a música indiana, entre muitos outros estilos. Desde a primeira vez que tocou violão não teve mais um sequer pensamento em que não houvesse música presente, havia se encontrado, sabia que esse era o seu lugar.

Action playin '

Um adepto do conceito oriundo das artes plásticas, o "action painting", Rafael sempre foi simpatizante do improviso e da liberdade criativa, do "momentum", do devir, da música feita "na hora", sentida, improvisada e executada no momento.

Mente aberta ante as artes, Rafael se considera um aprendiz faminto atrás de conhecimento, constantemente busca novas músicas, sons, movimentos e pensamentos. Como um grande entusiasta da música clássica indiana, procura através do silêncio afinado (o conceito de khali), do estado de "samadhi", da mentalização de cores, de vibrações específicas e combinadas com a técnica do violão clássico a criação de harmonias, melodias, paisagens sonoras e o colorir de todo o espaço existente e ressonante do Cosmos - a Eufonia.

Através da mistura de diferentes estilos musicais e de sua raiz ancestral cigana, desenvolveu um estilo próprio com o passar dos anos. O caráter de sua música é um reflexo de diferentes abordagens. Uma fusão de elementos da música clássica/erudita, música latina, o ritmo musical brasileiro, raiz gitana, elementos introspectivos da musicoterapia, as cores da música clássica indiana e da música etérea universal, além do improviso transcendental - uma variedade de elementos, harmonia e melodia única.

Jam based style of playing

Sua música reflete sua constante busca dentro do transcendentalismo e da musicoterapia. O improviso, ou o "jam based style of playing", é marcante em sua música, somado com o experimentalismo e combinado com a técnica da viola gitana.

Mantém, como o próprio gosta de esclarecer, "uma perspectiva artisticamente humilde perante a arte e a música". O também citarista, clarinetista, violonista, pintor, poeta, filósofo, gosta da mistura de elementos, o universalismo musical a fim de alcançar sons transcendentais, quase sublimes, ou como aprendeu com a música clássica indiana, o "Raga" - e o próprio define: "o colorir de expressão artística das notas esculpidas de sua alma ao entoar seu instrumento."

Um boêmio confesso

"Eu sou um boêmio confesso." - Rafael Pelissari

O artista nômade e boêmio Rafael Pelissari toca o que sente, com toda a emoção e a liberdade sem perder o teor místico/espiritual, um verdadeiro "soul player" (músico da alma).

"Não é sobre o que dizem que deve ser, é sobre o que é;
Não é sobre o que se supõe estar sentindo, é sobre sentir;
Não é sobre ser o melhor, é sobre ser;
Não é sobre se perder, é sobre se encontrar;
Não é sobre o músico, é sobre a música.
A verdadeira harmonia." - Rafael Pelissari

"When it comes to music, freedom is breathtaking; in life, jammin' is the only way out.
The rest is absolute nothingness."

Rafael Pelissari

Notícias

Journal, blog and stuff

Set, 2017.
Rafael Pelissari's Yagé Review

Queridos amigos,

É com muita alegria e satisfação que compartilho com vocês esta maravilhosa análise acerca da minha música "Yagé" que foi publicada no site da Musiek Mag e escrito por uma querida amiga de Amsterdã, Kaatje Reijnder.

"There is no other piece in the vast and idiosyncratic Rafael Pelissari's discography, that has such a deep impact, a broader context and an extremely meaningful musical and ethereal power of transformation than "Yagé".
This specific piece was originally recorded acousticly, during no more than 2 sessions on 2012, while Rafael Pelissari was arranging a couple of different variations on Ludwig Van Beethoven's fourteenth Sonata. "Yagé" came as an improvisation during jam sessions on studio. However, the first time that "yagé" was actually performed live, was during the Van Huppell's Kunstenfestival Des Arts, in Amsterdam, during the spring of 2014.
More than two years between the creation and than the first presentation to the audience live, this piece has shown a huge and powerfull transformation. Rafael Pelissari's ability to improvise and create music it's wide known, but the transformation of "Yagé" through the years is by far the most interest and substantial example of his kind, in all Pelissari's discography.
Yet, despite the magnificent technical and musical aspects of this piece, "Yagé" has also a profound metaphorical meaning. The word yagé means a sacred drink used on spiritual rituals amoung several indigene tribes in South America. This powerfull beverage, composed by native herbs it's used to connect the mind with the universal councisness - and that is pretty much the whole context of this piece. You can experience this journey just by listening and felling the music flow. "Yagé" not only symbolize that journey but it's energy flows way beyond. It can be perfectly experienced by the listener, every single step of the whole path of the journey.
The music paints a landscape, a landscape of still waters, pure rivers, moving skies, the transformation it self, emphasizes the shift, the higher consciousness, the self knowledge and on the immateriality of the 'now', reflecting the author's philosophy about the transience of life[...]"

► Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

Abaixo, eu compartilho com vocês o vídeo de "Yagé" apresentado no festival Van Huppell's Kunstenfestival Des Arts.

Abraços fraternais,
Rafael Pelissari

Rafael Pelissari - 'Yagé' @ Van Huppell's Kunstenfestival Des Arts

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Escalas Lunáticas ►

Dear friends, I'm extremely joyful and proud to share with you all this video from the instrumental project I'm developing with electric guitar...

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"I don't know the formula of music
Or even life's recipe,
I'll keep moving and playing like this,
Improvising"

Rafael Pelissari

Fotos

Rafael Pelissari @ Eudaimonia Studios

Rafael Pelissari 'La Bodega'

Rafa @ the Van Huppell's Kunstenfestival Des Arts

Rafa & Amigos

Pelissa jamming

Foto artística com o sitar indiano

Rafa com seu irmão Felipe (datada)

Rafael Pelissari

'A Boemia' parte I

'How's Sugar Free' (2003)

'A Boemia' parte II

Rafael Pelissari (2016)

Foto Promocional por Je Regnard

Rafael Pelissari em Amsterdam

"There's no how to play without love.
Today I can't feel love, or hate,
Even passion, nothing.
The result of it is a deafening silence."

Rafael Pelissari

Vídeos

Rafael Pelissari - 'Escalas Lunáticas'

Rafael Pelissari no festival de artes Van Huppell's Kunstenfestival Des Arts em Amsterdam

Rafael Pelissari - Bantu

Rafael Pelissari @ the Van Huppell's Kunstenfestival Des Arts teaser

Falseta Impetuosa - Aos bons ventos que a trazem de volta

Soundscaping em Fevereiro de 2014.

Rafael Pelissari - Ode À la bohÈme

Rafael Pelissari - Variations on Sonata no. 14, Op. 27 no. 2, 1st movement (L. van Beethoven) - Sitar & Gipsy Guitar

Rafael Pelissari - Fragmentos

Rafael Pelissari jamming with the birds (Étude des variations sur la sonate n. 14 - L. van Beethoven)

Pelissa LunÁtico & The Cosmik Sloppy Jam - Introspection (Upliftune)

Pelissa improv session: Jam 'daquele abraÇo'

Rafael Pelissari playing a little fragment of 'Bantu'

Rafael Pelissari - Colonel Heiken Bottle's Orchestra

Rafael Pelissari - Variations on Sonata no. 14, Op. 27 no. 2, 1st movement (L. van Beethoven) - Sitar & Gipsy Guitar

Rafael Pelissari on musical improvisation

Outras Faixas

Rafael Pelissari - Eurides

Rafael Pelissari - Flyin' Back Home

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